Com menos pessoas ociosas existe a expectativa que o consumo aumente. Querendo ou não, mais pessoas empregadas vão consumir, e todo esse consumo vai girar ainda mais a economia.
Ao menos essa é a expectativa, é importante acompanhar os próximos indicadores para conseguir reconhecer se haverá ou não melhora.
Vale destacar que mesmo com uma melhora do emprego, a renda do trabalhador está caindo. Observando os últimos quatro trimestres, a renda média do trabalhador vem caindo e chegando a níveis próximos de 2012.
Isso somado à inflação alta e o juro alto podem acabar comprometendo a recuperação.
Quais são as expectativas?
Se o ano de 2021 terminar com menos desemprego, é possível que as coisas melhorem sim. Dependendo da situação, mesmo que a renda média esteja baixa, um aumento do emprego pode compensar e favorecer o mercado.
Mas o caminho para conseguir mais empregos e um crescimento estável é difícil. Há diversos riscos à frente. Dentre eles nós temos a nova variante da COVID-19, atritos políticos, inflação alta e o juro.
Todos esses itens podem de alguma forma frear o avanço econômico. Por isso, o futuro no Brasil ainda é uma incógnita.
É importante salientar que o ouro no Brasil sofre influência tanto do próprio metal quanto do dólar. Coisa similar ocorre com as criptomoedas, como é o caso do Bitcoin.
O que fazer para aproveitar o momento?
Olhando a longo prazo, a bolsa tem grandes chances de entregar bons resultados aos seus investidores.
Porém, no momento a bolsa não está performando, por isso é importante focar na renda fixa. Produtos de renda fixa como CDBs, LCIs e LCAs são muito interessantes.
Além é claro do Tesouro Direto. Letras como o Tesouro Selic podem trazer boa remuneração e com liquidez diária.
Desse modo, quando a bolsa cair mais, o investidor tem como resgatar parte de seus recursos e investir na renda variável.
Por fim, é importante dar atenção ao dólar e ao ouro também. Ambos os ativos podem suavizar a volatilidade do mercado caso as coisas se tornem mais turbulentas.
